04 agosto, 2008

Ao infinito de mim.

Entre encontros e desencontros, amores e desamores, encantos e desencantos, cá estou eu, em retalhos, dilacerada. Viajei, pensei, renovei, coloquei tudo no seu devido lugar e quando mais o tempo passa, mas sei que o meu lugar não é aqui. Errada, fictícia, desenhada em preto e branco com um contraste inovador, paralisada, muda, anestesiada, Carolina, um eu fora de mim. Caminho, corro, sigo e me perco na infinidade dos meus pensamentos, sentimentos, interior. Quiseram eles ser que nem meu corpo; carne, seco, frio, sem muitas curvas, sem surpresas, sabores e amores. Cru, finito, caminhando perdido em meio ao infinito de mim.

5 comentários:

Vanessa Pinho disse...

Lindaaaa, assim é você!
Obrigado por ter voltado viu...
Espero que você esteja bem.
Bora começar a postar de novo. :)

BEIJOOOOOOOO!

Anônimo disse...

Escrever é terapia. Escrever bem, mantém a letra boa. Beijo... Tudo melhora!!! (letra boa já é grande coisa)

Ígor Andrade disse...

Sabe que também acho que não pertenço a este lugar.
Continue escrevendo!
Abração!

Unknown disse...

meu deus carol, VAI PUBLICAR UM LIVRO VAI MENINA!! e não é brinks!

fofiinha, tão boa tua presença toda manhã! tão bom que vais pra minha salinha agora, porque assim ela fica mais aconchegante, com o teu rostinho diariamente, sem tantas interrupções assim!!

melhoras amiga, estamos aí. mas isso você já sabe! novaas!

beijos

Conde Vlad Drakuléa disse...

Fantástica poesia, como colocas tua sensibilidade em papel, digo, teclado com facilidade, só pelo fato de seres uma poetisa tão linda certamente já é uma indicação de que já pertences a planos superiores da existência, beijos do conde, nhac,nhac,nhac :
Voei!