E ela tomou ânimo. Após uma tarde ambicionando algum sinal para que se encontrassem conforme o combinado, ausência. Aquilo foi o revide para todas suas desconfianças, ele verdadeiramente não queria e ela estava se sentindo mal com todo aquele aperto de sentimentos, pressão de afeição e sonhos abusivos. Presumir foi o que sempre fez. A mania de idealizar sempre a atrapalhou. Agora só resta marcar outro encontro, desta vez com outro desígnio, nada reconciliações ou quaisquer tentativas de desempenhar o que foi perdido. Enfim, o fim. É o que se pode proferir. Determinada e conformada a ter que olhar para ele sabendo que nada mais pode almejar. A ira aparece e o sangue começa a subir para sua cabeça. Uma hora depois e nenhum sinal, não pediu isso a ninguém, ela meramente o amou, porém infelizmente não deu certo, pra variar. “You're graceful, your grace falls, down around me in my eyes. You're lovely, your love leaves, so easily in my eyes. Another day left waiting, alone in my room with no calls from you. So I call you up, but you let me down, falling down around everyone except yourself. I thought that this would never end, things were so clear but they fell through. High hopes of problems never failed, thinking of the best. Another day left crying, with you in my room with nothing left to do. You say that it's not right, you said its over now. Stand still annoyed with no one around.” - Adeus.
02 julho, 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário