Não faz meu tipo resolver assuntos tão impessoalmente assim. Não atendi telefonemas, não respondi em MSN e fiz de conta que não ouvi a mensagem de voz, por mais que aquilo martelasse em minha cabeça, assim como martela até agora. Durante a manhã de hoje esperei qualquer sinal de vida, qualquer olhar, qualquer preocupação com a nossa situação, e nada. Vazio.
Sempre achei o tal do amor, vago demais. A frase ‘eu te amo’ pára de fazer sentido a partir do momento em que se torna automática, bastando pressionar o botão ‘liga’. Serve como desculpa e reconciliação pra tudo. As pessoas deveriam aprender a falar de amor somente quando há algum sentimento concreto, daquele que dói quando a distância é grande, daquele que contamos o tempo para reencontros e os ponteiros do relógio fazem questão de diminuir sua velocidade tomando-nos de angústias insopitáveis. Amor só é amor quando se ama de verdade, mas acho que a tal frase por si só, já é romântica demais que chega a ser usada apenas para fazer conquistas – infelizmente comigo não já funciona. Cessou. Tornei-me a pessoa mais pessimista do mundo, cruel, austera, sádica. Domei-me de intransigências inesgotáveis.
De acordo com a educação que obtive desde tempos de fraldas, um relacionamento só deve existir quando há confiança entre duas pessoas, só amor e só paixão não bastam. Já de acordo com minha própria experiência de vida, não vale a pena doar-se tanto para quaisquer amores, por mais intenso que eles sejam.
‘Quem ama, confia’, assim, mútuo. Quando a confiança é inexistente, o amor deixa de ser absorvente, deixa de ser amor, torna-se um sentimento qualquer, desprezível, ignóbil. Se não há confiança, pra que nos mantermos nessa prisão? Pra quê Meu Deus? Pra quê?
Sempre achei o tal do amor, vago demais. A frase ‘eu te amo’ pára de fazer sentido a partir do momento em que se torna automática, bastando pressionar o botão ‘liga’. Serve como desculpa e reconciliação pra tudo. As pessoas deveriam aprender a falar de amor somente quando há algum sentimento concreto, daquele que dói quando a distância é grande, daquele que contamos o tempo para reencontros e os ponteiros do relógio fazem questão de diminuir sua velocidade tomando-nos de angústias insopitáveis. Amor só é amor quando se ama de verdade, mas acho que a tal frase por si só, já é romântica demais que chega a ser usada apenas para fazer conquistas – infelizmente comigo não já funciona. Cessou. Tornei-me a pessoa mais pessimista do mundo, cruel, austera, sádica. Domei-me de intransigências inesgotáveis.
De acordo com a educação que obtive desde tempos de fraldas, um relacionamento só deve existir quando há confiança entre duas pessoas, só amor e só paixão não bastam. Já de acordo com minha própria experiência de vida, não vale a pena doar-se tanto para quaisquer amores, por mais intenso que eles sejam.
‘Quem ama, confia’, assim, mútuo. Quando a confiança é inexistente, o amor deixa de ser absorvente, deixa de ser amor, torna-se um sentimento qualquer, desprezível, ignóbil. Se não há confiança, pra que nos mantermos nessa prisão? Pra quê Meu Deus? Pra quê?
Um comentário:
Só por favor não vá ficar sem inspiração por muito tempo, ok?!
Essa ausência de amor, as quedas e tudo que causa melancolia, raiva ou imprudência são necessários pra manter os blogs funcionando aHUAhuaAHUahuahu
Beijooooooo!!!!
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