O tempo esvaindo por entre meus, seus dedos. Sinto uma dor fatal de mim. Uma aversão total de mim. De ti. De nós. Meu perfume nas suas entrelinhas. Seu toque nos meus cabelos. Escorro passo a passo. Caio vírgula a vírgula. Morro ponto a ponto.
19 março, 2009
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4 comentários:
pura e simples monotomia desesperadora.
lindo.
;*
Há uma doçura em seu desespero...
nunca se esqueça que o tempo é uma invenção humana que não se deve depender do mesmo; e sempre é hora de recomeçar
Fantástico o teu "Vírgula a vírgula... Ponto a ponto."
Beijããão!
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