18 dezembro, 2008

Carinhoso.

Nosso delírio
Teu desvairo
Meu frenesi.
Doce insensatez
De puro encanto
Porte dote.
Minha graça
Tua poesia
Nosso poema.
Meu fascínio
Tua atração.
Meu trovador
Meu bardo
Meu poeta
Meu amor.

2 comentários:

Marcos. disse...

ó, minha periquita.
acho tudo lindo nesse seu blog
beijos!

Junkie Careta disse...

Ah o amor...

Belo texto, cheio de paixão e arrebatamento.

Mas foi "tudo que sai, nada que entra",que mais me impressionou, pela voracidade e naturalidade com que você conduziu o texto.

Parabéns.

Espero que não se incomode se eu aparecer mais vezes.

Grande abraço