31 outubro, 2008

Ácidos.

E obtive sede de sangue. Parada em degraus gastos arrepiei-me ao sentir a loucura escorrendo em minhas veias. Olhei aquela carcaça imunda que exalava inveja por todos os poros e percebi minhas garras alongarem-se em direção àquela jugular. Eu a mataria, juro que mataria, apenas por despeito.

9 comentários:

luiz ricardo disse...

quem não mataria? we hate those betches! mas eu te amo hehe (L)

~Lilah disse...

Ptz!!! Mata então!!!

Já diz o ditado: "Inveja mata!"

Bom final de semana!!!

Augusto Rosa Leite disse...

impulsos muitas vezes seguidos de arrependimento, você paga o preço?






(boa festa, e obrigado pelo comentario :()

haha

Junkie Careta disse...

Gostei da liberdade do texto Carolina. Conhece Charles Baudelaire? ele tem um poema chamado "a carcaça". Desconfio que você ia gostar.

Ei baby, se vc tiver um tempinho, passe no Spleen rosa-chumbo, que está devidamente atualizado e falando sobre colocar a culpa no vinho...

Grande abraço

Xande Lunardelli disse...

matou?


dalhe Rei Leao

Anônimo disse...

'quem não mataria?' [2] blergggg!
adorei adorei adorei adoro teus textos, linda!

Rafael Ucha Campos disse...

se for matar, toma cuidado... lê crime e castigo e faz a coisa direito...

Anônimo disse...

Nossssssssssa
parabéns,
vc escreveu algo interessante.

visita lá

http://pcsouzabv.blog.uol.com.br/

beatriz jorge disse...

e vale a pena sujar as mãos? ahh nao sei mas dar uns tapas não tira pedaço (que coisa de barraqueira hahaahau) beijos te linda i love u