30 setembro, 2008

Quimeras.

E sentiu-se refratada. Casta - inocente, não de corpo, de alma - a quaisquer ditos, cálices e cobiças. Só respirava conforme o vai-e-vem daquele peito uma vez ansiado, imprescindível, hoje, quase esquecido; vôo. Pudera ela entregar-se de braços abertos e dizer-lhe “aqui, sou tua” para enfim, poder sentir o prazer de ser devorada pelo desejo mais íngreme, novamente. Aquela pele tênue ainda tinha dono, o único com direito de tocá-la pela imortalidade. Anseio árduo, enternecido, não se distrairia mais com aquela sensualidade, devassidão, luxúria fria de breves apalpadelas, o abstrato. Talvez até por uma leve confusão ela dissesse que desejou mais um, quiçá pela carência que sentia do mais adorado. Cogitando oferecer-se à brasa, encontrava-se eufórica. Ela à expectativa, ele, agora, alforriado. Ela dele, ele dela e assim seria, sempre.

5 comentários:

luiz ricardo disse...

mas olha só eu SEI o porquê desse texto, eim? HAHAHA sempre mandando bem, cacá :) love you

~Lilah disse...

Oi, Carol!

eunão sei o porquê desse texto, mas como sempre está muito bom!

Eu não estou mandando muito bem nas letras... tentei algo no blog lá mas não saiu exatamente como eu esperava.

Beijão menina!

Boa semana!

beatriz jorge disse...

carolzinhaa, uhnn acho que eu tambem sei o porque do texto hein, só sabe cuidado pra não ir com tanta sede ao pote, vai com calma meninaaa auhauhuahua
lindas palavras, como sempre
beijinhos da sua pupila

cássia guerra disse...

Acho que consigo imaginar um pouco no que esse texto foi baseado. Muito bom, Carol, adorei!

Beijinhos.

Renata Pavan disse...

eu não sei?
eu acho que eu também sei o porquê do texto (ou não.) haha
tá lindo cá..
tenho novidades hihi

beeijinhos, te amo.