17 setembro, 2008

Ápice, meu.

E ela pensa em demitir-se, abrir mão de tudo. Dessa vez sem receios, rancores e anseios de voltar atrás pra experimentar igualmente aquele gozo, encanto. Chega uma hora que explode e a deliberação vem formada, impecavelmente, sem que tenha que tomar iniciativas por impulso para meramente sentir-se forte. Já se sente intensa o suficiente para ter confiança. Nem ao menos a covardia e pernas enternecidas ao sentir seu cheiro e ouvir sua voz arrepiante ao pé do ouvido, fariam com que ela desandasse nessa idéia. Ele que não sabe, mas a cada dia que passa, mais idiotice transparece por seus versos tão clichês e mais a faz odiá-lo, sem antônimos.

4 comentários:

Celebração disse...

você ja leu "Cartas a um jovem poeta?"
Reiner Maria Rilke... beijos no coração...

André disse...

Cabeeeeça, Ombro, Joelho e Pé
Joelho e Pé

Cabeeeeça, Ombro, Joelho e Pé
Joelho e Pé

Olhos, ouvidos, medo, suor e vingança

Cabeeeeça, Ombro, Joelho e Pé
Joelho e Pé

Conde Vlad Drakuléa disse...

Pousei! De destinaţie!
Minha querida! Draga mea!
Sua poesia alimenta minhas noites frias nesse antigo castelo gelado dos Cárpatos! Seus versos renovam minha fé na vida e nas pessoas...
Acabo de adotar mais uma gata perdida, ela é branca como a neve aqui da Transilvânia, tem olhos azuis e lhe dei o nome de Carolina, agora ela me lembrará você e será a poesia em movimento também, como ti!
Eu sou um pobre vampiro romeno tão abençoado por doces anjos como tu!
Obrigado pela ternura, aliás, se eu fosse descrever essa palavra, era só dizer teu nome!
Beijos do conde!
Contele de sărutat!
Voei! Zbor!

Renata Pavan disse...

bem, já te falei tudo que achava e tal, agora só me resta estar ai pra te ajudar qndo quiseres e te apoiar qndo precisares.
e claro, rir do comentário do dé ahahhahhahh

beeijos!