De vez em sempre me pego de supetão pensando no ineficaz, por capricho, gênio, pela contradição de fazer com que o que um dia foi cobiçado, torne-se fato. Receio de ponderar, de ansiar, de equivaler; aversão a mim. Juro que se pudesse deteria minhas insanidades irrefreáveis, os desejos arriscados e as compaixões antagônicas. Improvisaria, fazendo com que tudo desse certo caminhando na linha mais reta, na palma da minha mão. Um desabafo, uma indigência de benevolência, carência. Irritada, intransigente, abrasiva, eis meu eu contemporâneo. Preciso de ar.
08 setembro, 2008
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3 comentários:
Respire Carolina! Respire!
Mas continue assim.
Abraços meus!
Eu também preciso de ar!!! Muito ar -_-
boa semana!!!
(autobiografia?)
Relax! So tenta unificar os sons!
Beijinhos!
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