Despertei enjoada, nada queria, nem ao menos o gosto que pode ter tocar-se um corpo masculino por nada, só por afeto. O aperto na boca do estômago. Perdi a esperteza, confiei nos versos de amor de um comprador qualquer. Seria assim ter homem depois de lidado a chama que arde, desgasta e cessa? Saudade dos dedos que se tramavam em meus fios de cabelo, conhecendo a suavidade, restaurando aos poucos o saber do carinho que já havia perdido. Que bom seria encostar-me e dormir, dormir, quiçá sonhar, quem sabe. Sinto-me agoniada; cegueira. Quero respirar e deixar no ar, um eco. Sem teatros, quero sentir fomes de amores, de desejos, de calores, encarnados, novamente.
12 setembro, 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
2 comentários:
04:20:25 A.M., que doce é ter a companhia de suas palavras nesse reinício de dia... Como és verdadeira, crua, falas direto na alma! Não és mortal, és uma deusa que se mantém anônima entre mortais, agora à pouco estava entre as musas e agora creio que elas me chamam de volta!!! Sinto curiosidade de te conhecer mais, penso em ti diariamente, apesar de não estar 100 % presente sempre... Prá que dormir, se você acalma meu coração nervoso e relaxa minha alma melancólica?
Continue... Quero mais!
Beijo do conde!
é... sei lá Caro. Tudo isso na verdade me faz falta e ao mesmo tempo me dá nojo.
Bom final de semana pra você e espero que essa nossa zica passe e a gente começe a escrever novamente textos felizes e contentes!!
Beijãozão!
Postar um comentário