Os olhos manchados de ontem; pele ainda dormente; cheiro de cigarro impregnado nos cabelos. Aquela música continua em meus ouvidos. Desconhecidos, e eu, desconhecida; Deus do céu, onde é que eu fui parar? Após cometido, sinto-me presa ao indesejado. Tirai-me da ilusão.
31 agosto, 2008
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6 comentários:
Lindo teu blog...jeito de quem já sentiu a ternura derrotada tantas vezes...muita sensibilidade...sensualidade implícita, quase escondida...algumas vezes o tédio, a náusea...a certeza de ter sido usada...
Raramente erro, mas foi isso que senti te lendo. E ouso te contar.
Beijão
www.professorpizarro.blogspot.com
Muitas vezes tenho a impressão de que você está falando de mim.
Mas é isso que acontece quando lemos coisas de pessoas que escrevem tão bem como você. Pessoas que escrevem com o coração.
A gente acaba se vendo ali, em cada texto.
Adoroooo!
hahaaaaaaaaaaaaa
é por isso que eu não vou no el divino
só por isso
não é pq eu não posso entrar
u.u
el divino bombando eim
E quando eu penso que respiro alguma coisa nova, insuportável só pra mim, entro aqui e a vejo descrita em palavras tuas, simples assim.
Eu concordo, Carol. Concordo com tudo o que dissestes, com cada lembrança de como as coisas antes eram. Partilho de cada palavra de afeto e saudade que usasse pra falar da gente, da nossa amizade, que apesar de não rotineira foi pra mim sempre intensa e doce. E concordo mais ainda que temos de nos ver, passar uma tarde juntas, seja pra jogar conversa fora ou desabafar loucamente aquelas coisas que trancam o peito e destrancam as lágrimas.
Acho que, por vezes, me prendo às pessoas e aos lugares de sempre, aos mesmos programas de fim de semana e ao mesmo tipo de conversa, de situação. Me acomodo no que já tenho, por mais que insuficiente e por vezes indesejado, e não tenho o impulso bonito e preciso de erguer um telefone, mandar um recado, fazer alguma coisa diferente do programado. Eu sempre fui assim. São constantes como o fato de eu não gostar de aniversários, achar hipócrita o parabéns sorridente de pessoas que, no resto do ano, não fazem parte da tua vida. Constantes como eu nunca estar feliz onde eu estou. E sabe, falar essas coisas pra ti não me parece difícil ou complicado. Faz bem.
Quando, Carol? Se ficar pra eu decidir, vou acabar fazendo como sempre: deixar só no pensamento e falar sempre "vamos marcar". Quero sentar contigo, pegar um violão (na falta de um piano... haha) e mostrar músicas que fiz, te falar de mim, ouvir sobre ti... Enfim. Reaproximação de um jeito mais agradável que as festas com música alta, bebedeira e cheiro de cigarro na roupa.
Eu te amo!
Aonde estavas tu ontem fada curiosa?
Cuidado com magos desconhecidos que fumam essências misteriosas e alucinatórias... Fadas sensíveis como ti podem virar prisioneiras desses terríveis necromantes!!!
Tome cuidado viu? Melhor seria se saísses com algum elfo conhecido ou dragão treinado para te defender, caso haja necessidade!
Beijos do conde!
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