05 agosto, 2008

Na ponta do lápis.

Escrever dói, não como metáfora, mas fisicamente. Tracejada, enumerada passo a passo, fácil de seguir e desvendar. Transparente. É assim que me sinto ultimamente. Aberta ao público - no bom sentido, é claro. - Antes não, insistiam para que eu me abrisse, desabafasse, contasse mais, não revelei nada. Hoje... Exatamente o contrário. Essa noite dormi um sono pesado, sem sonhos. Claro, escuro, vazio. Preciso fugir, sair daqui, o mais rápido possível.

3 comentários:

Cris disse...

ACHO QUE É APENAS UMA "LINDA" BORBOLETA SAINDO DO CASULO....DESCOBRINDO O MUNDO LÁ FORA....APRENDENDO A VOAR E SE DESCOBRINDO BELA...CHEIA DE VIDA....CHEIA DE CORES...CHEIA DE BELEZA !!!

Conde Vlad Drakuléa disse...

Apreciei essa bela descrição da jovem Cris aí encima... e que borboleta linda que tu és... Não adianta, se fugires, me transformo em morcego e saiu voando atrás de ti... Agora que terás que escrever para mim 'pela eternidade'...
Huáhuáhuáhuá!!!
Ei, é brincadeira viu, podes escrever e fugir quando quiseres, pois escrever limpa a alma e fugir muitas vezes nos leva de encontro as nossas verdades, pois sempre é inevitável pensarmos o porquê de estarmos fugindo...
Beijos do vosso fã de monóculo...
Nhac,nhac,nhac :
D.

Anônimo disse...

fuga disfarçada de conquista...é o que a maioria de nós somos. :)