Ele estava em seu consultório, trabalhando e não via a oportunidade de voltar pra casa e ter a certeza de que ela estaria lá, na porta de seu apartamento esperando reviver todo aquele momento. Enquanto isso ela, em casa olhando compulsivamente para o relógio e para o celular, esperando algum sinal. Trinta minutos passaram, campainha toca e Hellen vai correndo abrir a porta na esperança de que fosse Pedro. Não era, mas foi tão bom quanto. Deparou-se com um ramalhete de rosas vermelhas junto a uma garrafa de champagne e um bilhete. "Vamos mudar, hoje eu vou à sua casa. Espere-me às 22h".
Ela desceu as escadas do prédio para ir ao supermercado comprar alguns ingredientes pra fazer um jantar e um maço de cigarros, depois de Pedro, seu maior vício. Casa arrumada, jantar na mesa, lingerie no corpo, luzes apagadas, velas. Extremamente pontual, campainha. O jantar foi esquecido, a casa em uma desordem e o chão dominado por dois corpos abrasadores. Fora o ato mais desejado, mais quente.
Eles olharam para os lados e viram seus trajes jogados pela casa, a porta entreaberta, a comida fria e as velas apagadas, derretidas. Risadas e falas com vozes roucas. Hellen diz:
- Nossa, meu dia foi inteiramente irritante. Aquela senhora aqui do prédio disse que eu não podia...
- Te amo. -... Interrompida pela frase que desejava escutar há semanas. Declaração imprevista e sem saber o que falar, tomou a boca de Pedro roubando-lhe um beijo, induzindo-o a repetir toda aquela arte envolvente e sentir novamente seu calor na sua pele.
Ela desceu as escadas do prédio para ir ao supermercado comprar alguns ingredientes pra fazer um jantar e um maço de cigarros, depois de Pedro, seu maior vício. Casa arrumada, jantar na mesa, lingerie no corpo, luzes apagadas, velas. Extremamente pontual, campainha. O jantar foi esquecido, a casa em uma desordem e o chão dominado por dois corpos abrasadores. Fora o ato mais desejado, mais quente.
Eles olharam para os lados e viram seus trajes jogados pela casa, a porta entreaberta, a comida fria e as velas apagadas, derretidas. Risadas e falas com vozes roucas. Hellen diz:
- Nossa, meu dia foi inteiramente irritante. Aquela senhora aqui do prédio disse que eu não podia...
- Te amo. -... Interrompida pela frase que desejava escutar há semanas. Declaração imprevista e sem saber o que falar, tomou a boca de Pedro roubando-lhe um beijo, induzindo-o a repetir toda aquela arte envolvente e sentir novamente seu calor na sua pele.
3 comentários:
Supresa é sempre bom, né? Vital para manter um relacionamente sempre quente.
Essa história promete...
Beijão!
Ai ai ai.
Eu viajo sempre quando venho aqui.
Adoro.
Olá. Mas que conto quente!!... hehehehehe... parabens viu, a imaginação vai longe.
Obrigado pela visita no blog, não consigo atualiza-lo sempre, mas quando nasce alguma poesia ela aparece lá. Espero q tenha gostado e q volte sempre...
Bjokas!!
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