13 junho, 2008

Rita Leecando.

"Eu saí pra estrada e não tenho pra onde ir. Sempre ouvi dizer que esse mundo era pequeno. Pelo caminho de espinhos, avistei um mar de rosas, pra chegar até lá eu preciso de um pouco mais de tempo, preciso de um grande amor. Preciso de dinheiro, preciso de humor. Eu quero matar a vontade enquanto tenho saúde e idade. Fazer de tudo. Vender a alma pra poder comprar o meu mundo.
Onde quer que eu vá, levo em mim o meu passado e um tanto quanto do meu fim. Todos os instantes que vivi estão aqui, os que me lembro e os que esqueci. Carrego minha morte e o que da sorte eu fiz. O corte e também a cicatriz."

(Texto sem falas minhas. Feito somente com trechos de músicas da Rita Lee).

2 comentários:

n disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
n disse...

Carolina, sendo o mais sincero possível, e tentando de forma alguma engrandecer o teu trabalho de forma lúdica, tenho que te dizer, conheço pessoalmente muitos crônistas por aí que se intitulam donos da palavra, e nenhum deles tem percepção tão sensível quanto a tua para escrever. Você tem grande futuro, e me sinto privilegiado em um blog que é público, poder acompanhar o que você escreve assim tão de perto. É gostoso vir aqui e ir decifrando teus personagens, cada um com toques da tua personalidade tão bem delineados que tudo acaba se tornando mais real do que eu poderia imaginar. Parabéns! Você vai longe, bem longe!

PS.:Adorei a útltima frase do penúltimo post.

Beijão!