10 junho, 2008

Milícias e desventuras.

E sinto aquele aperto indesejável de novo. Vontade de jogar uma água no rosto e gritar para o mundo todo ouvir...
- Acorda! ... – Faltam-me forças, coragem e segurança. Levanto, dou voltas sem sentido pelo quarto, penso, repenso, reformulo idéias que foram escritas naquela folha de papel já amarelada guardada dentro da gaveta empoeirada, não chegando a lugar algum. É... Há tempos não jazigo mais o meu corpo. Restam aqui, somente dúvidas, ilusões e um fio muito fino de esperança, prestes a arrebentar.
Um susto e o coração na mão. O que fazer com esse órgão vital?
- Quem és tu?

2 comentários:

n disse...

Olá Carolina, tudo bem?

É interessante como tudo em nossas vidas é questão de "visão". Em variados momentos temos variadas visões. Alguém com outra visão, e somente uma outra visão, ao ler esta vinculação lógica, desejaria ter em sua mente apenas as sensações externas do texto. Sabe-se lá porque, além desta visão de fora, eu goste de perceber o que se sente ao escrever, a autora dos textos. Visão em primeira pessoa de quem convive com sentimentos fortes e tenta compreendê-los com perguntas vitais como: "Quem és tu?"

Ótimo teu blog, teus textos,teu jeito pessoal de reuniar as palavras.
Abraços!

n disse...

Oi Carol!(olha a intimidade)
Tive que vir aqui saber quem é o outro Carlos, hehehe.
Muuuito bom!!
Deu vontade de terminar uns contos que comecei algum tempo atrás.
Olha, você tem muito talento. Já vim aqui ler duas, três vezes o mesmo texto e cada vez tenho uma visão mais interessante sobre tuas idéias. Muuuuuuito bom!!!