
Uma ligação enquanto se arrumava para aquele baile de máscaras onde não sabia o que pudesse ocorrer. Risos, falas irônicas e ele ora disse: vou desligar. Nem beijo, nem boa festa. Nada. Não fazia importância mesmo. O imo apertou e aquela impressão de estar perdendo algo começou a afrontá-la de forma súbita. Mas ela resolveu espairecer e fazer de conta que tudo estava bem. Por mais impossível que fosse.
Fotos, reencontros, alguns pedidos recusados, uma mensagem pedindo desculpas e a certeza de que perdeu veio a calhar. Desesperada, faz uma ligação não retornada. Tenta outra vez. Nem sinal. Outra mensagem dizendo para que ela não se preocupasse e que no dia seguinte conversariam. A máscara que usara era de feição alegre, caiu. O que estava sendo bom tornou-se insuportável e ela não via a hora de deitar-se em sua cama onde sozinha pudesse derramar as lágrimas que ficaram presas por horas.
Ao chegar a casa, fraca, amedrontada, com sono, melancólica e com frio, ela só precisava daquele abraço que no momento estava ausente, talvez até continuasse eternamente assim. No nervosismo e no frio, um desmaio. Alguém aí emprestaria a ela uma máquina do tempo?
Fotos, reencontros, alguns pedidos recusados, uma mensagem pedindo desculpas e a certeza de que perdeu veio a calhar. Desesperada, faz uma ligação não retornada. Tenta outra vez. Nem sinal. Outra mensagem dizendo para que ela não se preocupasse e que no dia seguinte conversariam. A máscara que usara era de feição alegre, caiu. O que estava sendo bom tornou-se insuportável e ela não via a hora de deitar-se em sua cama onde sozinha pudesse derramar as lágrimas que ficaram presas por horas.
Ao chegar a casa, fraca, amedrontada, com sono, melancólica e com frio, ela só precisava daquele abraço que no momento estava ausente, talvez até continuasse eternamente assim. No nervosismo e no frio, um desmaio. Alguém aí emprestaria a ela uma máquina do tempo?
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